‘Adorei me ver riponga’, revela Paolla Oliveira sobre seu visual em Amor à Vida

Paolla Oliveira na pele de Paloma, a jovem "transgressora" na fase inicial (Foto: Amor à Vida / TV Globo)

“O lado maternal existe dentro de toda mulher. E isso acontece comigo também”. É desta forma que Paolla Oliveira tenta se aproximar de sua personagem na próxima trama das 21h. Paloma, mãe de Paula (Klara Castanho), vai do céu ao inferno para reaver a filha, que ela vê sumir de suas mãos logo após o parto. A atriz, que ainda não tem filhos, se sensibiliza com a história e aguça ainda mais o seu instinto maternal: “É óbvio que isso faz a gente pensar. Acho que estou à flor da pele.”

A companhia de Klara Castanho nos estúdios também encanta a atriz: “Ela é um doce, é criança… É curioso, porque crianças como ela, que são muito inteligentes, não são tão crianças, mas ela se permite isso. Estou totalmente encantada.”

No maior estilão "riponga", Paolla brinca sobre os trilhos do trem em La Joya (Foto: Amor à Vida / TV Globo)

A trama começa em 2001, ano em que Paloma passa no concorrido vestibular para Medicina. Como prêmio, o pai, César (Antonio Fagundes), dá à filha uma viagem a Machu Picchu, no Peru. E é lá que a personagem inicia sua jornada na história: apaixona-se por Ninho (Juliano Cazarré), engravida dele e depois precisa enfrentar a família na volta para casa.

Dramas à parte, Paolla revela que adora o look de Paloma nesta fase da novela: “Esse visual foi simplesmente demais! Adorei me ver riponga! Se pudesse, passaria a novela inteira com esse visual. Amei! Depois dos anos que passam na trama, fica uma coisa muito diferente da ‘riponga’ que ela era. Mesmo assim, minha personagem ainda tenta manter algumas coisas daquela época, como as joias de pedras, que é um estilo que tem a ver com a primeira fase da novela. Tentamos manter a identidade da personagem, senão, depois de 12 anos, não pareceria a mesma pessoa”.

Terras místicas do Peru

Na cidade de Colca, Peru, Paolla brinca durante a gravação da última cena no país andino (Foto: Amor à Vida / TV Globo)

Para Paolla, a viagem ao Peru teve tudo a ver com a proposta inicial de sua personagem. “Acho que a viagem, o clima do Peru, de Machu Picchu, é exatamente o clima da Paloma. Foi ela quem pediu isso. E tem essa coisa mais hippie de quando ela se encontra com o Ninho. Existe isso na Paloma. Essa liberdade, essa transgressão, essa força interior. E é isso que dá início à história.”

Segundo papel como protagonista em uma trama das 21h

Sobre encabeçar novamente uma trama de tamanha importância, Paolla mostra muita simplicidade e dá o recado: “Sabe o que eu sempre falo? Cobrança sempre tem. Ainda mais nesse horário, mas eu penso no dia a dia. Penso o ‘todo’ da novela. São cem personagens ou mais tentando fazer um bom trabalho. Tem autor, tem diretor, tem muita gente e é um grande trabalho em equipe.  Acho que seria arrogância da minha parte se eu pensasse que a responsabilidade, o peso para um futuro promissor fosse só em cima de mim. Não é o caso. Sinto que a minha parte é tão grande quanto a de todos os outros. Somos todos importantes.”

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