Sob nova gestão, jornalismo da Record evita confrontos com ‘inimigos’

Adriana Araújo comanda o "Jornal da Record"

Nos últimos anos a Record apostou num jornalismo beligerante, que nunca se cansou de divulgar e produzir denúncias contra diversos ‘inimigos’ da Casa.

Instituições como Globo, Veja, CBF e Ibope se tornaram alvos constantes da emissora, que também produziu reportagens investigativas sobre o apóstolo Valdemiro Santiago e até mesmo sobre a doutrina de algumas igrejas evangélicas. Polêmicas deste calibre, porém, já fazem parte do passado.

Segundo o colunista Flávio Ricco, a nova gestão da emissora, sob o comando de Marcelo Silva, busca concentrar-se somente nos problemas da emissora e não deseja mais investir em reportagens com alvos específicos. Provocações às rivais – prática que esteve em alta entre 2008 e 2011 – também estão fora do cardápio.

Sob a batuta de Silva, a emissora deseja se reinventar, tendo o ano de 2014 como principal alvo. Para isso, mudanças na linha editorial e na programação começarão a ser implantadas a partir de agosto.

GUERRA E PAZ

Esta linha de atuação é mais uma das demonstrações de quão diferentes são os estilos de Marcelo Silva e Honorílton Gonçalves, antigo ‘manda-chuva’ da Record. Ao contrário de seu antecessor, Marcelo não deseja se indispôr sem motivos com a concorrência e deve apostar num marketing menos agressivo.

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